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domingo, 6 de maio de 2012

Dica do Expresso: Não se acostume com a paisagem.


Inspirado no pensamento do professor Marins, um dos maiores consultores do país, o Expresso GQ registra aqui mais uma dica para você, nosso leitor, sobre o perigo de nos acostumarmos com a paisagem que nos cerca.

O perigo maior reside no fato de não tratarmos com a mesma cortesia nossos colegas de trabalho ou de não darmos a devida atenção aos nossos velhos clientes ou fornecedores. Acostumar-se com a paisagem, pode tornar muitos problemas invisíveis aos nossos olhos, mas que não necessariamente passará despercebido aos olhos do cliente. Uma vez que a nossa mente se acomoda com o ambiente, com a paisagem rotineira, podemos perder a visão crítica, perder aquele ‘olhar de fora da caixa’ que é fundamental para o senso de solução de problemas.

 

Vamos pensar no caso de um gerente de hotel que se acostumou com a paisagem do seu ambiente. Aquela parede mal pintada, aquele mofo, o sofá rasgado da recepção tornaram-se elementos componentes da fotografia mental que este gestor tem do seu espaço. Mais perigoso do que isso, imaginemos o caso em que este mesmo gestor tenha se acostumado com o material humano do seu ambiente. Em outras palavras, acostumou-se com aquela recepcionista de sorriso amarelo ou aquela camareira nem um pouco perfeccionista. Mesmo que a desculpa aparente seja o budget (orçamento) apertado, percebemos que um dos princípios do empreendedorismo foi negligenciado: fazer mais com menos.  

Quantas vezes não nos damos de frente com pessoas ‘acostumadas’ em nosso ambiente de trabalho ou prestadores de serviços? E quanto a nós mesmos, será que já nos acostumamos com a paisagem?

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Filmes sobre consumismo



Além de ser colunista do blog, eu também sou um cinéfilo. Então eu pensei, por que não juntar o meu tema favorito, comportamento do consumidor, com meu passatempo favorito, ir ao cinema? Então vamos lá!

Primeiramente, quem não se lembra de Arnold Schwarzenegger correndo desesperado atrás do brinquedo que ele havia prometido ao seu filho para a noite de Natal ?"Um herói de brinquedo" (1996) nos ensina que nunca devemos deixar as coisas para última hora ... A surpresa para o pai Arnold foi que ele não era o único pai que tinha feito esta promessa, assim, uma simples compra se tornou numa corrida frenética e divertida.


Mas isto não só acontece nos filmes, olhe só este vídeo na abertura de uma loja na cidade de João Pessoa e compare com o trailer, algo semelhante? Talvez não!


quinta-feira, 8 de março de 2012

Você já ouviu falar de Crowdfunding? Crowdwhat?



Calma, vamos por partes!

O que é isso?

Traduzindo as palavras justapostas:

Crowd
=> Multidão
Funding => Financiamento

Assim, seria o que podemos chamar de “financiamento pela multidão”. Parte do mesmo princípio do site Wikipédia, onde cada pessoa pode contribuir, resultando em uma multidão de informações. No caso do Crowdfunding, em uma multidão de financiamento. A idéia é simples e tem dado resultados, mas não é tão fácil quanto parece.

Como funciona?

1.Você precisa ter uma idéia (Boa, preferencialmente)

2. Buscar um site de crowfunding (geralmente gratuitos), e disponibilizar sua idéia na plataforma.

3. Definir o valor que você precisa e o prazo máximo que você deseja conseguir esse dinheiro.

4. Fazer um vídeo explicativo do seu projeto (vender seu peixe).

5. Estabelecer recompensas para os apoiadores do projeto, geralmente associado ao valor contribuído (desde ao envio de uma medalha, ou colocar o nome dos apoiadores em uma placa na empresa).

6. Divulgar o vídeo nas redes sociais e entre amigos para criar buzz ( muito do sucesso do financiamento depende de como a divulgação que é feita).

E agora é acompanhar o desempenho e torcer para conseguir o seu financiamento.

E se eu não conseguir o financiamento completo dentro do prazo? O dinheiro é devolvido aos apoiadores.

O crowdfunding é uma boa alternativa para quem deseja conseguir microfinanciamentos (foco em micronegócios), e sim, você corre o risco de sua idéia ser copiada.

Deixo com vocês um site de crowdfunding aqui de Portugal: O massivemov http://www.massivemov.com

E o caso de sucesso da Mo.ca. - Mobiliário de Cartão http://www.mobiliariodecartao.blogspot.com/


quarta-feira, 6 de abril de 2011

Movies about consumption




Besides being a blog writer, I’m a cinema freak, so, I thought, why not join my favorite subject, consumer behavior, and one of my favorite hobbies, going to the cinema? Let´s start!


First of all, who doesn’t remember Arnold Schwarzenegger desperately running to find the toy he had promised to his son for Christmas’s night? “Jingle all the way” (1996) shows us that we should never leave the things for last minute…The surprise for the father was that he wasn’t the only one, so a simple purchase became crazy and funny race.




quinta-feira, 31 de março de 2011

A falácia do Empreendedorismo 2

Continuando....



Quem disse que empreender é abrir seu próprio negócio?

Outra confusão que se faz é que para ser empreendedor significa abrir seu próprio negocio, partindo desse principio, se todos fossem empreendedores faltariam funcionários, então o que dizer do funcionalismo publico? Quantos não são empreendedores nos seus trabalhos, mudando o seu ambiente, sendo mais eficiente, e levando para frente uma bandeira de eficiência organizacional (o que chamamos de intra-empreendedorismo), e vou mais adiante, não apenas na esfera do trabalho, mas no âmbito pessoal.





O Sucesso é financeiro?

A Idéia que ser um bom empreendedor é quando se obtém o sucesso, ou melhor, sucesso financeiro! E quantos não concluíram sonhos de planos devido a tenativa anterior dos que tentaram antes? Os antecessores não foram empreendedores?


quinta-feira, 24 de março de 2011

A falácia do Empreendedorismo 1

Somos bombardeados todos os dias com exclamações do tipo: “seja empreendedor”, “você precisa empreender”, “seja um empreendedor de sucesso”, etc. Pensando um pouco sobre tudo isso, gostaria de fazer algumas reflexões.



Negligência do Estado

Bem sabemos que é uma tendência de mercado o crescimento de trabalhadores autônomos como também que a crise é a mola do desenvolvimento e da criatividade, mas isso não retira o dever do Estado criar meios para o desenvolvimento individual dos cidadãos.


terça-feira, 23 de março de 2010

Trabalhar no calor

Por Mariana Monteiro


Cheguei da Europa desacostumada com nossos deliciosos 30°, e morri de calor mais do que antes nesta nossa linda João Pessoa, mesmo meu ambiente de trabalho sendo refrescado pelo ar condicionado. Muitas pessoas lêem todos os dias artigos sobre como se vestir para trabalhar neste calor e eu vou ser bem breve a respeito:

sexta-feira, 12 de março de 2010

8 Razões para Não Empreender

Para provocar o retorno de um "Coraticum", um "Internacionalta" nos apresenta:

8 Razões para Não Empreender.
O Gerente
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O título deste artigo parece contraditório com os objetivos deste blog. Se tem algo que eu defendo e incentivo é o empreendedorismo para aqueles que sonham em ter seu próprio negócio. No entanto, a realidade é que empreender não é para todos. O sonho é um ótimo primeiro passo, mas nada mais do que isso.

Existem inúmeras características e dificuldades do empreendedorismo que devem ficar bastante claras para os que estão planejando seu negócio. Não se trata de jogar um balde de água, e sim de ajudar os candidatos a empreendedor a colocar o pé no chão e saberem em que universo estão entrando.

Dito isto, seguem algumas razões que você deve avaliar para não empreender:

1. Carga de Trabalho: não se iluda, trabalhar em seu próprio negócio é muito mais desgastante do que trabalhar em uma emprego tradicional. Em seu emprego, as horas podem ser pesadas, mas de uma forma ou outra você tem um horário de trabalho. O empreendedor acaba se envolvendo 24 horas por dia, 7 dias por semana, e a atenção ao negócio penetra em todos os aspectos de sua vida (inclusive pessoal e familiar). Esqueça o ritmo de 8 horas por dia, e esteja pronto para sacrificar tempo com sua família e amigos.

2. Incertezas: todos já ouvimos as estatísticas de que grande parte das pequenas empresas fecha nos primeiros 5 anos de vida. Claro que podemos filtrar aí muitas empresas de fachada ou aquelas que abriram sem nenhum planejamento. Ainda assim, você sairá do mundo em que alguém (seu chefe) lhe dá as coordenadas para seguir adiante, e cairá em uma realidade em que o amanhã é sempre incerto. Por mais que você se prepare, administrar um negócio novo está sempre cercado de dúvidas e incertezas. O medo é natural, mas ele deve ser enfrentado para que não afete seus objetivos.

3. Questões Gerenciais: A menos que você tenha sido um diretor geral de uma empresa antes de abrir seu negócio, provavelmente seu escopo de conhecimento é limitado a uma ou outra área. Você deve estar preparado para administrar TODOS os aspectos de um negócio, mesmo que terceirize ou tenha funcionários para isso. Isto inclui aquelas atividades que você não suporta, mas das quais não poderá fugir para não colocar sua empresa em risco. Tenha em mente também que terá que se aperfeiçoar em outras disciplinas para ter uma visão gerencial adequada.

4. Críticas e Pressões: Suas idéias serão criticadas, você poderá ser considerado maluco ou irresponsável por ter largado seu emprego, diversas pessoas dirão que a empresa não dará certo. Além disso, a toda hora você será questionado sobre o negócio (“e aí, já está ganhando dinheiro?”). Quem não consegue lidar com estas situações e manter a atitude positiva será afetado psicologicamente e isto impactará diretamente nos resultados do empreendimento.

5. Possibilidade de Fracasso: Saiba que a possibilidade de que seu negócio fracassar é real. As razões são inúmeras, e uma tentativa mal sucedida não quer dizer que “o sonho acabou”. Ainda assim, existem pessoas que não conseguem lidar com o fracasso, e menos ainda quando devem expor esta situação para familiares, amigos e ex-colegas.

6. Finanças do Negócio: Sim, é possível começar diversos negócios com investimentos mínimos. Não, não ache que só com boa vontade as coisas acabarão dando certo. Planejar o financiamento do negócio adequadamente é uma das atividades mais importantes antes de começar as atividades. Quem não está disposto a fazer esta tarefa, ou não consegue fechar números que mostrem a viabilidade do negócio sem que o dinheiro acabe em poucos meses, deve pensar com muito cuidado se este caminho é correto.

7. Finanças Pessoais: Este fator está ligado a vários pontos anteriores. Por mais que suas finanças pessoais sejam separadas das finanças do negócio, há um impacto direto entre uma e outra na atividade empreendedora. Muitos empreendedores usam seus próprios recursos como uma das fontes de financiamento da empresa. Além disso há o impacto da potencial queda de renda no curto prazo (por ter largado um emprego), ou da instabilidade de faturamento (por condições de mercado). Outro aspecto são os benefícios que você tinha em seu emprego… agora isso não existe mais, e tudo deve sair de seu bolso.

8. Seu Perfil: Empreender é se colocar nos holofotes, assumir riscos e se expor ao mercado. Nada de ficar em seu canto em uma empresa cuidado de sua vida, fazendo bem seu trabalho para se manter no emprego e crescer com o tempo. A importância da inteligência emocional é redobrada. Aqueles mais introvertidos, que não possuem facilidade no relacionamento com outros (especialmente desconhecidos), podem não sair do lugar.

E aí, desanimou? Caso esta lista de razões para não empreender realmente tenha causado um impacto em suas ambições, não jogue a toalha ainda. Use estes pontos como uma referência para saber aonde deve melhorar suas habilidades e planejar melhor o negócio antes de começar.

Se estes itens não o assustam, excelente! Mãos à obra e muito sucesso em seu empreendimento!

Fonte: O Gerente.com

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

10 DICAS PARA PERDER UM CLIENTE


1 - Acredite que seu cliente é um ¨palhaço¨. Faça-o de palhaço,trate-o como um palhaço. Não cumpra o que prometer. Acredite que ele sempre volta.
2 - Seja arrogante. Voce e sua empresa. Lembre-se que voce não precisa daquele cliente. Sua empresa é mais importante e sempre será. Se o cliente quiser comprar,que compre. Se não quiser, procure outro.
3 - Não se preocupe com qualidade. Nem do produto,nem do serviço. Cliente não entende de qualidade. O que ele quer, é preço.
4 - Tenha sempre os funcionários mais baratos do mercado. Essa estória de pagar bem é conversa.
5 - Nunca treine seus funcionários ou permita seu desenvovimento. Se voce treinar,eles saem. Se forem melhores,também sairão. Nada de treinamento. Sua empresa não é escola de concorrentes.
6 - Faça seu cliente perder tempo. Acredite que ele tenha o tempo todo à sua disposição.
7 - Nunca cumpra prazos e horários. Chegue atrasado aos compromissos assumidos e não se preocupe com os prazos prometidos.
8 - Fale com o cliente sem olhar para ele. Olhe para o chão,para os lados ou para qualquer lugar,menos para os olhos do cliente.
9 - Não dê retorno. Se ele quiser saber,ele que ligue para voce ou vá até a sua empresa. O interesse é dele.
10 - Jamais sorria. Voce não é palhaço para ficar dando risadinha o tempo todo. Se o cliente quer alegria, vá ao circo.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Ainda se Veste a Camisa da Empresa?

Por Tarcyo Alves
 
Olá comunidade da gestão e da qualidade, hoje temos uma participação especial no nosso blog.
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Convidamos o Administrador Tarcyo Alves para compartilhar conosco sua visão sobre o comprometimento organizacional atual no mercado de trabalho.
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Saiba a seguir se...
Ainda se Veste a Camisa da Empresa?


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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Pai é pai e chefe é chefe?

Muita gente tem receio de trabalhar em empresa familiar, especialmente quando a empresa em questão é da própria família. Porém, este tipo de negócio pode ser uma boa oportunidade de primeiro emprego.
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De acordo com a consultora de Carreiras da Career Center, Vera Vasconcellos, a experiência, se bem aproveitada, pode ser positiva e trazer várias vantagens para uma futura carreira dentro ou fora do negócio familiar.
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Além disso, diz ela, deve-se levar em consideração a facilidade do acesso ao emprego, que se tornou mais difícil depois da crise internacional.
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"A primeira vantagem é o acesso mais fácil ao emprego. Depois disso, a pessoa pode aproveitar a oportunidade para passar por vários setores da empresa, o que, certamente, será uma experiência positiva tanto se a pessoa decidir por seguir carreira na companhia, como se ela optar por entrar de fato no mercado de trabalho", explica Vera.
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Pai é pai, chefe é chefe
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Uma atitude, contudo, pode transformar a experiência de trabalhar no negócio da família em um verdadeiro pesadelo: a não separação dos papéis.
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"É preciso separar os papéis, não transferir a relação pai/mãe e filho para o trabalho nem a de chefe e subordinado para casa", diz a consultora.
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Como motivos para a importância de tal separação, Vera aponta o desgaste da relação familiar, um possível desconforto com os outros membros da empresa e uma futura dificuldade de adaptação em outros ambientes de trabalho.
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O caminho do sucesso
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Independentemente de se trabalhar ou não na empresa da própria família, alguns comportamentos devem sempre ser respeitados no ambiente de trabalho.
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No caso daqueles que pensam em iniciar uma atividade no negócio dos pais ou parentes próximos, antes de tudo, pense bem na relação e, caso decida encarar o desafio, preste atenção às seguintes dicas para trilhar o caminho para o sucesso:
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* Ajuste-se. Procure ter um comportamento de acordo com as suas funções; observe os demais colegas e respeite os seus limites;
* Tenha clareza de qual é o seu papel, suas funções e obrigações;
* Respeite horários;
* Respeite o direito do outro, para conquistar sua confiança;
* Saiba ouvir.
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Fonte: Gladys Ferraz Magalhães - InfoMoney

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

7 lições para manter a harmonia na empresa

O chefe distribui as ordens aos gritos, um funcionário revida falando mais alto, um terceiro reclama da má-educação da equipe, um quarto rebate com críticas a outro colega... Convenhamos, ninguém merece trabalhar num lugar assim! Se você quer passar longe desse perigo, é bom ficar atento a alguns erros que podem prejudicar a convivência entre os colegas de trabalho. A psicóloga Clarissa de Franco, professora da pós-graduação em RH da Faculdade Anchieta, em São Paulo, ensina quais são essas armadilhas e explica como escapar delas.
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1. Concentre-se nas suas atividades... mas não se isole
“É preciso concentrar-se nas próprias atividades, mas estar atento ao outro, cooperando sempre que possível. Se um funcionário permanece dentro de seu mundo de expectativas, metas, tarefas, passando a enxergar os parceiros apenas como agregados do ambiente de trabalho, sua visão tende a subjugar a importância da equipe com um todo.”
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2. Interaja com os colegas... mas seja discreto
“Se estamos conectados ao ambiente, é menos provável que cometamos erros. No entanto, se um funcionário olha demais para o lado, buscando saber o que os colegas estão fazendo, a hora em que estão chegando, qual o salário deles... isso também gera problemas, pois ele está se tornando invasivo e indiscreto.”
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3. Seja observador... mas não procure falhas no vizinho
“Cada um deve possuir consciência de seus limites e deveres e nunca devemos apontar as falhas de um colega em tom de fofoca ou de modo comparativo, dizendo, por exemplo, que 'fulano não faz isso e eu tenho que fazer'.”
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4. Converse... mas não vá direto ao chefe
“Se você tem um problema com um colega, tente solucioná-lo com o próprio antes de levar a questão à chefia. Caso contrário, você poderá ser visto como fofoqueiro, antipático e até traidor.”
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5. Discuta a relação... mas pondere suas palavras
“Na hora de abrir o jogo com o colega, fique atento ao modo como fala e ao conteúdo do que é dito. É preciso certificar-se de que o outro está acompanhando seu raciocínio e, ao mesmo tempo, ter certeza de aquele diálogo está sendo travado em benefício da empresa e de todos que lá convivem, e não por uma questão de orgulho ou desavença pessoal.”
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6. Ouça... e também reflita sobre o seu papel
“Na conversa, não critique apenas. Ouça, aceite críticas e procure refletir honestamente sobre o que está sendo dito. Às vezes, podemos descobrir que quem precisa mudar somos nós e não os outros.”
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7. E, acima de tudo, coopere com os colegas
“O que importa, dentro de uma empresa, é cada qual realizar suas tarefas do modo mais positivo possível, buscando um clima de parceria e cooperatividade. O time só vence quando cada jogador tem consciência de seu papel, garra e precisão para desempenhá-lo corretamente e generosidade para passar a bola na hora certa para quem estiver melhor posicionado. Vaidade, com certeza, só atrapalha o resultado final.”
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Fonte: Michelle Veronese - www.administradores.com.br

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Dois brasileiros estão entre os melhores CEOs do mundo

Pesquisa realizada pela Harvard Business Review revela que dois brasileiros estão entre os 100 melhores CEOs do mundo.
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O primeiro, Benjamin Steinbruch, comanda a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) desde 2002, e ocupa a 15ª colocação no ranking geral da Harvard e a 3ª posição entre os executivos de países emergentes. Segundo o levantamento, em cinco anos, ele agregou US$ 18 bilhões à empresa.
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Já o outro brasileiro a constar da seleção dos melhores é Maurício Novis Botelho, que no período em que comandou a Embraer, entre 1995 e 2007, agregou US$ 9 bilhões à companhia, conforme mostra a tabela abaixo com os 10 melhores CEOs de países emergentes:
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Primeiro lugar
No geral, somente os 50 melhores CEOs do planeta proporcionaram, aproximadamente, um retorno total ao acionista de 997% (ajustado para efeito da taxa de câmbio), durante seu tempo de casa, o que corresponde a um retorno anual de 32%.
Steve Jobs, da Apple, o número um do ranking, entre 1997 e setembro de 2009, já tinha aumentado em US$ 150 bilhões o valor de mercado da companhia.
O montante é 18,11% superior ao agregado à Samsung de 1996 a 2008 (US$ 127 bilhões) por Yun Jong-Yong, o segundo colocado da lista.
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A pesquisa
Para a realização do estudo, a Harvard considerou apenas CEOs atuantes entre os anos de 1995 e 2007, sendo considerados bons executivos aqueles com desempenho notável durante o período de sua atuação na empresa.
De acordo com o levantamento, ao assumirem suas posições, os CEOs tinham, em média, 52 anos de idade, ficando no cargo por aproximadamente seis anos.
Ainda conforme a pesquisa, dentre os analisados, somente 15% dos CEOs trabalhavam para empresas com sede diferente de seu país de origem e apenas 1,5% eram mulheres.
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Fonte: Gladys Ferraz Magalhães - InfoMoney

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Como 2010 pode ser mais Produtivo?

Depois de um ano tão difícil e recessivo como foi 2009, o mercado está esperançoso com o próximo ano e tenho ouvido de muitas empresas, empreendedores e diretores que boa parte do investimento represado neste ano será utilizado no próximo. Tudo indica que o próximo ano será dez, em termos de investimento, crescimento, emprego e oportunidades.
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Com toda essa empolgação, nada mais importante e fundamental que os líderes planejarem toda essa expectativa em seus planos de negócios. Na época em que vivemos, nunca foi tão essencial aumentar a produtividade e a qualidade de vida da equipe. Tornar a empresa mais eficiente, diminui os gastos desnecessários, reduz as urgências, melhora as reuniões, maximiza o investimento e cria uma equipe com mais equilíbrio, foco e execução.
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Para alcançar esse resultado é preciso líderes pensando proativamente nesse assunto ou apoiados por especialistas no assunto, o que não é muito comum nas empresas. Vive-se a correria do dia-a-dia, com a qual todos já estão acostumados e pouco se muda nesse cenário.
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Aproveite o final do ano em que muitos planos começam a ser traçados e inclua no planejamento da sua empresa, algumas questões fundamentais para garantir que 2010 seja um ano mais produtivo e menos corrido:
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1. Como fazer minha equipe ser mais produtiva e equilibrada? Projetos, metas, processos e tudo que se possa definir na sua estratégia não tem como evoluir sem pessoas. E pessoas, precisam de tempo. Sem tempo não há resultados. Pense em novas ferramentas de produtividade, cursos sobre o assunto para a equipe, reveja processos, questione o time sobre como ser efetivo.
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2. Como criar o senso de importância na empresa? Muito se fala de senso de urgência, mas isso só valoriza o contexto errado do tempo. Valorize o importante na equipe. Valorize planejamento, sair cedo da empresa, cumprir prazos, chegar no horário às reuniões.
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3. Qual o objetivo mais importante da empresa? Ao invés de diversas metas, que tal definir um grande objetivo, criar indicadores precisos, comunicar adequadamente ao time e criar um sistema de acompanhamento que reflita no dia-a-dia de todos na empresa?
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4. Muito tempo em reuniões? Em meu último livro, Estou em Reunião, comprovei o absurdo prejuízo financeiro que as reuniões causam as empresas. Pense em algumas formas para reduzir pelo menos 1/3 das reuniões do seu time, e com isso dê mais tempo para trabalhar e focar nas coisas realmente importantes.
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5. Como recompensar o planejamento e resultados do time com equilíbrio? Quanto mais tempo a equipe tiver para seu equilíbrio pessoal X profissional, mais produtividade e motivação. Invista em programas de qualidade de vida, dê benefícios que sejam relacionados a “mais tempo livre” e ações de integração familiares.
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Existem diversas estratégias que podem ajudar sua empresa a entrar no próximo ano com mais foco, produtividade e equilíbrio. Gerando mais resultados e execução no dia-a-dia. O mais importante, é entender, que isso depende principalmente da alta direção das empresas e de ações efetivas nesse sentido.
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Que 2010 seja um ano extremamente produtivo!
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Leia mais em: www.maistempo.com.br
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Prepare-se para arrebentar em 2010

Está se preparando para novas oportunidade de emprego em 2010? Tem uma entrevista de emprego e não sabe o que vão perguntar?
Leia com atenção as dicas do curricular, treine e boa sorte!
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1. Fale sobre si.
Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.

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2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?
Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.
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3. O que o levou a enviar o seu curriculum a esta empresa?
Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalho de casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.
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4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?

O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.
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5. O que procura num emprego?
As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.
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6. Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Um "não" a esta pergunta pode destruir por completo as suas hipóteses de ser o candidato escolhido, demonstre-se capaz de trabalhar por prazos e dê exemplos de situações vividas em trabalhos anteriores.
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7. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.
Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.
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8. O que você faz no seu tempo livre?
Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.
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9. Quais são as suas maiores qualidades?
Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.
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10. E pontos negativos/defeitos?
Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários. Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade mas agravando-o de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito auto-crítico, persistente demais, etc.
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11. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?
Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.
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12. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?
Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.
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Fonte: Curricular.com.br

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Marshall Goldsmith = Irmão Simeão?


O americano Marshall Goldsmith, de 60 anos, faz o que poucos se atrevem a fazer: ele se tornou um especialista em mexer em times, ou mais especificamente em jogadores, que estão ganhando. Atualmente, ele é o mais renomado (e o mais caro) coach de executivos. Matemático de formação, com MBA e PhD em comportamento organizacional pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos, Marshall ensina como ótimos profissionais podem se tornar ainda melhores.
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Em 30 anos de carreira, ele se vangloria de já ter recebido o feedback de 50.000 executivos pelos treinamentos que realizou. Segundo Marshall, oito em cada dez profissionais que passaram pelo seu programa o consideram entre os 20% melhores programas de formação de liderança. Os preços cobrados pelos seus treinamentos são salgados. Executivos que o contratam chegam a desembolsar 250.000 dólares em honorários.
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Seus clientes são, de acordo com suas próprias palavras, presidentes ou potenciais presidentes de companhias multibilionárias. "Eu não trabalho com pessoas que estão a ponto de ser demitidas", diz. Marshall tem 26 livros publicados, considerando os que assina em coautoria com outros especialistas. No momento, ele está concluindo seu próximo livro, cujo título é Mojo, que será publicado em fevereiro, nos Estados Unidos. Nele, Marshall faz uma análise detalhada dos atributos que determinam o sucesso no mundo corporativo.
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Você já leu a obra de James Hunter?
Lendo agora sobre o Marshall você lembrou do irmão Simeão?
É, realmente o perfil é bastante peculiar!
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Fonte: Você SA

11 Dicas para garantir suas realizações em 2010

A diretora e coach da CrerSer Mais - Desenvolvimento Humano e Profissional, Roselake Leiros destacou 11 dicas para a realização das metas em 2010, tanto na vida pessoal como na profissional. Confira!
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1. Continue querendo sempre o melhor;
2. Formule objetivos de forma positiva. Diga o que quer e não o que não quer;
3. Sustente o seu objetivo: se quer que seu chefe lhe dê um aumento, diga que vai desenvolver determinadas ações para conquistar o aumento;
4. Você é uma individualidade. É comum acreditar que as pessoas vivem um padrão e que não têm poder de mudar, mas você pode viver do jeito que achar melhor;
5. Separe o tempo de sonhar, o de planejar/realizar e o de avaliar/criticar. É importante assumir o planejamento e fazer os ajustes necessários para poder realizá-lo;
6. Lembre-se de alimentar todas as áreas da vida, tanto a familiar como a profissional e a financeira;
7. Tenha pensamento positivo sobre seus objetivos, mesmo que algo o desanime;
8. Avalie o contexto geral. Pergunte-se se dentro de você existe alguma objeção em relação ao que deseja. Faça uma análise e evite o "auto-boicote";
9. Use todos os sentidos para realizar suas metas. Crie um quadro mental com todos os detalhes de seu objetivo, complete e ajuste até ficar do jeito que deseja. Viva como se já estivesse lá e sinta este momento da realização. Esse exercício abre caminhos neurais que fazem a realização dos objetivos;
10. Faça uma lista e escreva o que deseja. É importante tornar o que você quer algo palpável;
11. Comemore a realização. A alegria e a gratidão são emoções que validam o esforço da trajetória e motivam para novas realizações
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Fonte: administradores.com.br

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

O que as empresas esperam dos seus candidatos?

O site administradores.com.br publicou um ótimo artigo da equipe InfoMoney que tem por título - "Pós-crise: o que as empresas esperam dos candidatos na seleção?". Esse artigo complementa o raciocínio sobre currículo e entrevista, publicados aqui no Gestão & Qualidade, nesta semana.
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Pós-crise: o que as empresas esperam dos candidatos na seleção?
Por Equipe InfoMoney
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Se você está com dificuldades em conseguir uma nova oportunidade no mercado de trabalho, provavelmente deve estar cometendo alguns erros na hora de procurar emprego. O mercado pós-crise está retomando as contratações, mas os critérios avaliados estão mais rigorosos.
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A exigência começa na aprovação da abertura de uma vaga pela empresas que, após enfrentarem dificuldades financeiras, estão mais criteriosas.
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O que as empresas buscam
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De acordo com o diretor-executivo da Ricardo Xavier, Sérgio Luís Rodrigues, as companhias procuram candidatos que apresentam resultados. Além disso, buscam pessoas que tenham capacidade de adaptação a novas culturas.
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"É um novo momento, as empresas buscam cada vez mais, com menos recursos. O profissional tem de se adaptar a esta situação e trabalhar sobre pressão", afirmou Rodrigues.
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Saber trabalhar em equipe, ter comprometimento com o trabalho, proatividade, auto-motivação e criatividade são características que facilitam na busca de uma nova colocação.
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Principais erros
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Não ter flexibilidade para mudanças, tanto de cidades como de cultura organizacional, é considerado pelos recrutadores um dos graves erros cometidos pelos profissionais no momento de sair em busca de um novo emprego.
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Outro problema é não estar atualizado em relação ao mercado de trabalho. É importante ter informações para poder negociar com a empresa até mesmo a remuneração.
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Para Rodrigues, as pessoas não podem procurar trabalho somente após as festas de final de ano, "enquanto você espera, seu concorrente está na sua frente. Não pode deixar para depois", explicou.
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Foco
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Não ter foco no que procura, tanto nas companhias em que gostaria de trabalhar como na atividade que pretende exercer, pode atrapalhar no momento da contratação.
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"Procurar emprego deve ser encarado como atividade profissional, tem de ter foco e metas, como se fosse um trabalho", explicou a consultora do IDORT-SP, Elisabete Alves.
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Outro engano é não fazer uma análise da situação do mercado para saber se este está em crescimento ou não, e se as empresas deste setor abrirão vagas.
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O profissional também deve avaliar as suas competências, para saber se elas se encaixam no perfil solicitado. "Não é a empresa que deve dizer o que você vai fazer. Você tem de falar para que servirá na empresa", afirmou Elisabete.
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Fonte: Equipe InfoMoney; Administradores.com.br

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Sam Walton e a visão da Wal Mart

Leia o discurso de Sam Walton, fundador do WAL MART, fazendo a abertura de um programa de treinamento para seus funcionários.

"Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.

Engana-se.

Sabe quem eu sou???

Eu sou o cliente que nunca mais volta!!!

Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma.
Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenasa pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de CORTESIA".

"Clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em algum outro lugar."

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Fonte: SEBRAE, 2009.