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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Não é só coisa da NASA

Caros Leitores,

A construção de uma casa, o desenvolvimento de um software, a elaboração de um trabalho de conclusão de curso, a criação de um foguete, o lançamento de um novo produto e um casamento. O que tudo isso tem em comum? São empreendimentos temporais, com início e fim bem definidos e com geração de um produto único para atender a uma determinada necessidade. Em outras palavras, são PROJETOS. Basta olhar ao nosso redor para notar que tanto no pessoal quanto no profissional (como diz o Faustão) estamos mergulhados em projetos.

O sucesso destes projetos passa fortemente pelo seu gerenciamento profissional, uma ciência que vem sendo formalmente estudada há décadas, não apenas pelo Project Management Institute (PMI), principal instituição em Gerenciamento de Projetos, mas sim por organizações e profissionais das mais diversas naturezas. 



Você pode estar se perguntando: "Sim, mas o que a NASA tem com tudo isso?". A Agência Espacial Americana, publicou suas 100 regras para gerenciamento de projetos, que podem ser muito bem aplicada a qualquer área técnica. Selecionei abaixo 10 regras, bem interessantes e provocativas, para dividir com vocês. 

Regra #5: Pessoas cruéis, desprezíveis, ou muito antipáticas, cavalheiros e damas podem ser gerentes de projeto. “Almas desgarradas”, procrastinadores e indecisos não podem.

Regra #15: As sementes dos problemas são jogadas cedo. O planejamento inicial é a parte mais vital de um projeto. A revisão da maioria dos projetos mal-sucedidos ou problemas de projeto indicam que os desastres foram desde o início bem planejados para acontecer.

Regra #17: Conversar não é barato; mas a melhor maneira de entender um problema técnico ou pessoal é conversar com as pessoas certas. Falta de conversação num nível adequado é mortal.

Regra #26: Se você tem alguém que não olha, pergunta e analisa; peça que o transfiram.

Regra #32: As pessoas têm razões para fazer as coisas do jeito que fazem. A maioria quer fazer um bom trabalho e, se não fazem, o problema é que provavelmente não sabem como ou exatamente o que é esperado.

Regra #40: Uma reunião de trabalho tem cerca de seis participantes. Reuniões maiores do que isso são para transferência de informações (a ciência da administração tem mostrado que num grupo maior que doze, alguns estão perdendo seu tempo). 

Regra # 69: Nunca peça a seu superior para tomar uma decisão que você pode tomar. Assuma que você tem a autoridade para tomar decisões a não ser que saiba que há um documento que estabeleça inequivocamente que você não pode.

Regra #79: O “ano que vem” é sempre o ano com recursos e prazos adequados. O “ano que vem” chega no 50º ano da sua carreira.

Regra #83: Às vezes a melhor coisa a fazer é nada. Eventualmente é também a melhor ajuda que você pode dar. Apenas escutar é tudo o que é preciso em muitas ocasiões. Você pode ser o chefe, mas se constantemente tem que resolver o problema de alguém, você está trabalhando por ele.

Regra #86: Na correria para atingir as metas, é sempre importante lembrar para quem você trabalha. Deixar o chefe sem a visão do todo não vai ser bom para você a longo prazo.

Obviamente nem eu nem você aprendemos a criar foguetes, pois o gerenciamento de projetos pode ser adaptável a qualquer área técnica (engenharia, marketing, TI, saúde, enfim). Gerencias projetos passa muito pelo gerenciamento de expectativas, pessoas, relacionamentos e riscos. Ao negligenciar algumas dessas dimensões, o gerente do projeto poderá pagar altos preços, arriscando o próprio sucesso do projeto. Vale a pena a reflexão!




sábado, 26 de maio de 2012

Programa Trainee Multdia 2012

Caros Leitores,

Divido aqui com vocês esta ótima oportunidade de desenvolvimento profissional e carreira: Programa Trainee Multdia 2012. São oferecidas 03 vagas para as áreas de RH, Contabilidade e Industrial, sendo 01 vaga para cada área. 

Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail recrutamento@multdia.com.br. 



Sucesso e um forte abraço!







domingo, 6 de maio de 2012

Dica do Expresso: Não se acostume com a paisagem.


Inspirado no pensamento do professor Marins, um dos maiores consultores do país, o Expresso GQ registra aqui mais uma dica para você, nosso leitor, sobre o perigo de nos acostumarmos com a paisagem que nos cerca.

O perigo maior reside no fato de não tratarmos com a mesma cortesia nossos colegas de trabalho ou de não darmos a devida atenção aos nossos velhos clientes ou fornecedores. Acostumar-se com a paisagem, pode tornar muitos problemas invisíveis aos nossos olhos, mas que não necessariamente passará despercebido aos olhos do cliente. Uma vez que a nossa mente se acomoda com o ambiente, com a paisagem rotineira, podemos perder a visão crítica, perder aquele ‘olhar de fora da caixa’ que é fundamental para o senso de solução de problemas.

 

Vamos pensar no caso de um gerente de hotel que se acostumou com a paisagem do seu ambiente. Aquela parede mal pintada, aquele mofo, o sofá rasgado da recepção tornaram-se elementos componentes da fotografia mental que este gestor tem do seu espaço. Mais perigoso do que isso, imaginemos o caso em que este mesmo gestor tenha se acostumado com o material humano do seu ambiente. Em outras palavras, acostumou-se com aquela recepcionista de sorriso amarelo ou aquela camareira nem um pouco perfeccionista. Mesmo que a desculpa aparente seja o budget (orçamento) apertado, percebemos que um dos princípios do empreendedorismo foi negligenciado: fazer mais com menos.  

Quantas vezes não nos damos de frente com pessoas ‘acostumadas’ em nosso ambiente de trabalho ou prestadores de serviços? E quanto a nós mesmos, será que já nos acostumamos com a paisagem?

sexta-feira, 30 de março de 2012

Quer mudar a sua vida? Habilidades em negociação.

Já parou para pensar quantas vezes por dia negociamos? Dependendo do caso, podem ser mais simples, negociações cotidianas que não envolvem jogos de interesses tão conflitantes. Já para outros casos, a negociação sagrada de cada dia é quase que gladiar com um leão, uma luta pela sobrevivência. Analise, caro leitor, como pode ser difícil para você negociar com seu chefe, com um fornecedor, com seu investidores ou até com stakeholders de alto grau de importância, como a ilustríssima patroa, por exemplo.





Para todos os casos acima, estudiosos da área como os professores William Ury e Roger Fisher desenvolveram técnicas que podem nortear suas negociações ao êxito. Neste sentido, o negociador precisa ter em mente a lógica da negociação composta por seis fases:


Planejamento: É fundamental o cuidado ao desenvolver esta etapa, pois ela envolve o estudo sobre o assunto a negociar, o que transmite segurança no momento da negociação. A definição de seus limites através do estabelecimento de intervalos, o que também é conhecido como zona de possível acordo (ZOPA). Estudo da contraparte, ou seja, aquele com quem se irá negociar, também é fundamental, como estilo de negociação, cultura, interesse e posição.


Abertura: Aqui é estabelecido o primeiro contato entre as partes e a criação de uma “atmosfera” favorável à negociação, podendo quebrar o gelo e facilitar a interação entre as partes. Criar sintonia com a contraparte é indicado, mas lembre-se: assuntos polêmicos devem ser evitados! Ao negociar com um argentino, por exemplo, talvez você não consiga criar sintonia falando de futebol. Já ao negociar com um alemão, não precisa falar sobre Hitler. Nesta etapa, o importante mesmo é por na mesa os benefícios em fechar o negócio ou os riscos em não fechar.


Interesses: Os interesses motivam as pessoas a se concentrarem em uma posição e neste momento as partes irão expô-las. Um negociador experiente pode perceber interesses compatíveis por trás de posições opostas.



Evidências: Após expor as posições, os negociadores irão detalhar evidências que embasem suas posições, de forma a induzir a contraparte ao entendimento e aceite da proposta.


Objeções: Uma vez colocadas as evidências, a contraparte pode fazer objeções ou contra-argumentos que enfraqueçam as evidências do outro negociador. Nesta etapa normalmente ocorrem os travamentos na negociação. Manter o controle emocional, concentrar-se em perguntas abertas para tentar compreender melhor os interesses da contraparte, ter em mente moeda de troca para o caso de concessões e manter a assertividade são de grande utilidade. Trace também uma MACNA (melhor alternativa para o caso de não acordo), em que você se encontre numa situação irredutível e que não seja vantajoso prosseguir com a negociação.


Fechamento: O fechamento constitui-se na etapa final do processo, em que as partes selam o acordo realizado. O ideal é que você tenha alcançado sua ZOPA e promovido uma solução de ganhos mútuos.


Infelizmente este é um tema pouco explorado, mas muito útil a qualquer área de conhecimento. No âmbito da graduação, vemos este tema ser debatido em algumas poucas faculdades de Administração, mas na prática seguimos nosso próprio roteiro lógico, intuitivamente, sem método. Mapear e analisar a negociação no momento em que ela ocorre, pode te ajudar a não incorrer em erros como decisão precipitada por descontrole emocional. Seja negociando em casa, seja negociando com o Prime Minister do Reino Unido, a essência da técnica é a mesma e os resultados são fantásticos.




quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Setor supermercadista: uma força do varejo brasileiro

Dinâmico, competitivo, agressivo, inovador. Não faltam adjetivos quando o assunto é o pujante varejo brasileiro, o qual vem servindo de espelho para muitos outros mercados. Incontáveis são as notícias que mostram a musculatura do varejo brasileiro, sejam em termos de fusões de gigantes, associações em rede, abre e fecha de “bandeiras” e até cisões.


Dentro do varejo, o setor supermercadista, o ponto de abastecimento de grande parte da massa consumidora, merece um destaque bem especial. Mesmo em tempos de crise européia, transatlântico encalhado, escândalos na Esplanada dos Ministérios e Luíza que voltou do Canadá (brincadeiras à parte), o volume de pessoas que compram e o tíquete médio vêm crescendo forma acelerada. Outro reflexo da expansão do setor se revela no volume de aquisições, fusões e nascimentos de bandeiras dentro do setor. Para citar alguns exemplos, o consumidor do Nordeste que compra nas lojas do Todo Dia ou Bompreço, os consumidores do Sul e Sudeste do país que fazem suas compras nas lojas do Super Center, do BIG, do Mercadorama, sem falar da rede Sam’s Club e do Maxxi Atacado, todos estes consumidores, do Nordeste ao Sul do Brasil enchem o bolso do maior grupo do varejo mundial: o Walmart. Já os consumidores sergipanos, fiéis ao GBarbosa, os clientes baianos do Mercantil Rodrigues, ou os cariocas que costumam ir ao Prezunic, contemplam a base de consumidores da quarta força supermercadista do país, o grupo chileno da Cencosud, que ainda tem em sua carteira o Bretas e o Perini.


Uma das grandes mudanças que estes grupos empresariais do setor vêm implantando novos conceitos com relação à força para negociar com a indústria. Foi-se o tempo em que a indústria empurrava seus produtos e suas condições ao varejo. A força destas redes de supermercados e a competitividade na indústria fizeram com que o jogo ficasse muito mais duro nas mesas de negociações. Para colocar seus produtos nestas grandes redes, que bem ou mal são as maiores vitrines do mercado, pode custar muito caro principalmente aos pequenos produtores, que chegam a por em risco sua saúde financeira para cumprir os acordos comerciais, tais como “enxovais”, inauguração de loja, aniversários, cadastramento de produtos, encartes, descontos financeiros, demonstradores e promotores de venda.



Além disso, as gôndolas também traduzem a força dos gigantes do setor, em virtude da ampla utilização da estratégia marcas próprias do supermercado. Achocolatado Bom Preço? Creme dental Carrefour? Ovos e frutas Qualità? O que o supermercado está fazendo na minha casa? As metas de lançamentos de produtos de marcas próprias têm sido prioridade na maior parte das redes supermercadistas e a gestão de todos os fornecedores, juntamente com análise de giro dos produtos não é uma gestão nada fácil.



A força do setor também contribui para o oferecimento de uma atmosfera que loja que em quase nada se parece com as mercearias que dominavam o setor há algumas décadas. A experiência do consumidor em um grande supermercado vai muito além da necessidade de abastecer a dispensa. Serviços, produtos sofisticados e praça de alimentação fazem os consumidores sentirem-se em um Shopping Center, quando na verdade encontram-se em um hipermercado.


Percebemos que o setor vem seguindo boas práticas já difundidas há anos em mercados avançados, como redução de sacolas plásticas e adoção de sacolas biodegradáveis. Outras evoluções, a exemplo de pontos de self check-out, uma espécie de caixas eletrônicos para pagamentos de suas compras também deve ser algo que não demorará muito a se popularizar por aqui. Esperamos, acima de tudo, que estas evoluções se traduzam em pleno desenvolvimento do varejo, pois se este setor é por nós, quem será contra nós?

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Entrevista com Marinho da Chilli Beans

Caio, Marinho, Filipe e Mariana

Ouça o #04 Podcast do ExpressoGQ! 
E nessa primeira edição, Caio Maribondo, Mariana Monteiro e Filipe Andson entrevistam Marinho da Chilli Beans.

Entrevista - Marinho Parte 01


Entrevista - Marinho Parte 02


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ana TikhomirOFF ou Ana TikhomirON?

Ouça o #03 Podcast do ExpressoGQ! 
Nessa edição, Caio Maribondo e Filipe Andson entrevistam a simpática Ana Tikhomiroff, gestora da Palestrarte.

 Filipe, Ana e Caio


domingo, 11 de setembro de 2011

Entrevista com Deca do Atacadão Rio do Peixe



Ouça o #02 Podcast do ExpressoGQ, realizado no IV ENPE!
E nessa edição, Caio Maribondo, Filipe Andson e o amigo Marco Antônio entrevistam o Senhor Deca, Diretor Presidente do Atacadão Rio do Peixe.

Filipe, Deca, Marco e Caio


Entrevista - Deca Parte 01 


Entrevista - Deca Parte 02

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Programa Trainee - Multdia 2011

Caros leitores,


Venho divulgar a abertura das inscrições do Programa Trainee da Multdia, empresa da qual faço parte.



Com sua planta industrial localizada na região metropolitana de Natal/RN, a Multdia é um dos principais players no mercado de massas e farináceos no Nordeste, com suas marcas Nutriday e Nutrilar. Como empresa integrante na carteira do Fundo de Investimento Nordeste II, gerida pela Rio Bravo Investimentos, a Multdia desponta com uma empresa em crescimento acelerado, dentro de um sólido projeto de expansão.


É uma ótima oportunidade!


O recebimento de currículos será feito através do e-mail recrutamento@multdia.com.br.



terça-feira, 24 de maio de 2011

As facetas do PDCA

Certamente você já ouviu falar na famosa ferramenta da qualidade criada pelo professor Deming na década de 1950, conhecida como PDCA (do inglês Plan, Do, Check and Act). Uma ferramenta orientada a melhoria contínua que se faz presente no gerenciamento de uma infinidade de organizações. Se ainda não ouviu ou conhece pouco, aproveite para se aprofundar neste conceito e desfrutar dos benéficos que ela pode trazer para sua vida.





quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Private Equity: Eu já ouvi falar nisso.

Você, que já se pegou lendo uma Exame, assistindo o ManagemenTV ou mesmo o Economia e Negócios da Record News, ouviu falar de investimentos de Private Equity e franziu a testa, coçou a cabeça, parou uns 4 segundos pensando na palavra? Pois é, esta é uma forma bastante comum de opções de investimento são as participações em empreendimentos não listados em bolsa, mas que potencialmente podem oferecer altos índices de retorno sobre investimento. Muitos destes empreendimentos podem ser escolhidos por deter uma tecnologia diferenciada, por ser um player em um setor que passa por um bom momento no país ou no mundo, por se localizar em uma região promissora, dentre outros fatores. Portanto, investidores unem-se com o objetivo formar um fundo de investimento e adquirir participações nestas empresas, sejam elas minoritárias, controladoras ou até mesmo 100%.

 

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Será que praticamos inovação?

Por Caio Maribondo

A Fundação Nacional da Qualidade acredita que a promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas idéias que possam gerar um diferencial competitivo para a organização se traduz em cultura de inovação. Bom, a FNQ não está só quando se fala da importância de promover esta cultura de inovação. Nós, como empreendedores dentro de nossas organizações, temos que encontrar uma forma de materializar a oração que a FNQ vem nos ensinando. 

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Entrevista com Silvio Igor

Silvio Igor - Proprietário da Tradição Borracharia e Palestrante
 
Investimento em clientes:
"Falar é prata, ouvir é ouro". Foi com esta frase que Silvio destacou a importância do estreito contato com seus clientes, ouvindo-os e atendendo suas demandas. Como empreendedor, ele tem o hábito de fazer uma pequena reflexão após cada atendimento acompanhado, a fim de garantir que o cliente saiu satisfeito e voltará quando possível.
 

domingo, 26 de setembro de 2010

Entrevista com Marina Erthal vencedora do Aprendiz 6

Ouça o #01 Podcast do ExpressoGQ!
E nessa primeira edição, Caio Maribondo e Filipe Andson entrevistam Marina Erthal, vencedora do Aprendiz Universitário 6.

#01 Podcast do ExpressoGQ - Marina Erthal

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O difícil é escolher!

Por Caio Maribondo

Caros leitores,

Conforme introduzido por nossa colunista Mariana, a cerveja é um produto global, milenar e que se tornou parte da cultura de diversos povos. Diversidade. É difícil chegar num ponto em comum quando se está imerso na diversidade de povos, hábitos, paladares e climas. Portanto, lançar uma cerveja na aldeia global é um desafio para poucos.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Além do nosso quintal...

Por Caio Maribondo


Olá leitores,

Tive o prazer de receber nestes últimos dias a visita de Brian, um grande amigo americano. Ele passou quase um mês no Brasil, começando por São Paulo, Salvador e finalizou o passeio aqui em João Pessoa. Era sempre muito engraçado quando saíamos por que em situações que eram extremamente comuns para mim se apresentavam muito estranhas para ele. Como Brian costuma dizer: “that’s weird!”. Quero aproveitar a oportunidade para dividir com vocês algumas coisas brasileiras que, aos olhos de um americano, são bem diferentes da realidade deles.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Webcast ExpressoGQ #02

Se você já assistiu o primeiro webcast do ExpressoGQ com Caio, Filipe, Mariana e Samuel abordando sobre os SAC's, gestão Lady Gaga, profissional canivete e Movimento Empresa Júnior, não perca essa segunda parte que aborda sobre a Fundação Nacional da Qualidade e  Modelo de Excelência da Gestão.





Conectar leitores num lazer instrutivo para discutir gestão 
que é bom e vale à pena.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Webcast ExpressoGQ

Assista agora o primeiro webcast do ExpressoGQ com Caio, Filipe, Mariana e Samuel abordando sobre os SAC's, gestão Lady Gaga, profissional canivete, MEJ e muito mais.